Traga conforto e harmonia para sua face com o Dr. Matheus Dall’Asta Pereira
Você sente dificuldade para morder, falar ou até mesmo respirar corretamente? A Cirurgia Ortognática pode ser a solução! Esse procedimento corrige alterações ósseas no maxilar e mandíbula, melhorando a função mastigatória, a harmonia facial e a qualidade de vida.
Dores intensas na mandíbula, dificuldade para abrir ou fechar a boca e estalos dolorosos ao mastigar podem ser sinais de Disfunção Temporomandibular (DTM). Essa condição afeta a articulação da mandíbula, podendo levar a limitação dos movimentos, travamento articular e até impactos na mordida.
Aquele incômodo no fundo da boca pode ser causado pelos sisos! Quando não há espaço suficiente para nascerem corretamente, eles podem provocar dor, inchaço e até infecções. A extração do siso é um procedimento seguro que evita problemas futuros e alivia o desconforto.
Os implantes dentários substituem dentes perdidos por meio de pinos de titânio inseridos no osso maxilar ou mandibular, que suportam próteses fixas. Proporcionam estética e funcionalidade semelhantes aos dentes naturais, sendo uma solução duradoura e segura.
Desconforto na região da mandíbula, bochechas, têmporas ou ouvidos, podendo estar ligado à ATM ou ao desalinhamento ósseo.
Mandíbula muito projetada, retraída ou mordida cruzada podem afetar a harmonia facial e prejudicar a mastigação.
Quando a posição dos maxilares compromete a mastigação eficiente e pode até interferir na dicção.
Estalos, cliques e crepitações ao abrir ou fechar a boca, sinalizando alterações na articulação temporomandibular.
Dificuldade para abrir completamente a boca, bocejar ou falar, muitas vezes acompanhada de dor ou tensão.
Cefaleias que podem ser reflexo de tensão na musculatura facial ou desalinhamentos na ATM.
Ronco e apneia do sono podem ter relação com o posicionamento inadequado da mandíbula e maxila.
Apertar ou ranger os dentes, gerando desgaste, dores musculares e estresse na articulação da mandíbula.



Dr. Matheus Dall’Asta Pereira é Cirurgião Bucomaxilofacial com sólida formação e ampla experiência clínica e hospitalar, graduado em Odontologia pela Universidade Franciscana (UFN) e especialista em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial pela Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre (ISCMPA), com formação vinculada à SOBRACID. Possui aperfeiçoamento em Implantodontia pela ABO-RS e é pós-graduando em Cirurgias Estéticas da Face pela FACOP, ampliando sua atuação em procedimentos estéticos faciais. Atua como 1º Tenente Dentista (Oficial Temporário) no Hospital Geral de Santa Maria (HGeSM), com mais de 9 anos de atuação na área, adquirindo experiência no manejo de casos cirúrgicos complexos em ambiente hospitalar. Também exerce atividade acadêmica como Professor na SOBRESP, contribuindo para a formação de novos profissionais. Sua trajetória integra experiência hospitalar, atuação docente e constante atualização científica, consolidando um perfil técnico altamente qualificado e alinhado às demandas atuais da cirurgia bucomaxilofacial.
100% de avaliações positivas
Não, nem todas as pessoas são candidatas para a cirurgia ortognática. A indicação depende de uma avaliação criteriosa, que levará em conta fatores como o grau de desarmonia óssea, idade, saúde geral do paciente, estabilidade emocional e cooperação com o plano de tratamento. Além disso, é essencial que o crescimento ósseo da face esteja completo, o que geralmente ocorre após os 18-21 anos, dependendo do gênero.
Sim. Eles são usados antes da cirurgia para garantir o melhor encaixe durante a cirurgia e durante algum tempo pós cirurgia para otimizar o ajuste final da dentição.
Etapa I: avaliação (ortodontista + cirurgião)
Etapa II: preparação (ortodontia)
Etava III: Planejamento virtual para maior precisão e previsibilidade
Etapa IV: cirurgia
Etapa V: acompanhamento pós-operatório
Os problemas mais crônicos são os relacionados as dores da mandíbula/maxilo fora de encaixe, no entanto, há também as inúmeras dificuldades respiratórias que prejudicam as atividades rotineiras dos pacientes, incluindo o sono.
Há também os prejuízos funcionais (nem sempre associados a dor), comprometimento social e por fim as dores relacionadas a insatisfação estética do paciente.
R. Pinheiro Machado, 2350 – Centro, Santa Maria – RS, 97050-600